MOPEF-CE/MOVIMENTO DOS PEDEVISTAS FEDERAIS DO CEARÁ


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Atualizado em: Fortaleza - Ceará ( terça-feira) 10 de agosto de 2010


ATENÇÃO PEDEVISTAS!

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Editorial

2010 – 08 - 08

Por: Claudio Cardoso*

 

REINTEGRAÇÃO DOS PEDEVISTAS NÃO É UMA “SANDICE” E SIM “FAZER JUSTIÇA” NA REPARAÇÃO DE ERROS

 

Estamos observando que após a vitória pedevista, a partir da aprovação do PL-4293/2008, na Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados, ocorrida no dia 16/06/2010, vem surgindo na internet, através de Blogs, sites e E-mails, diversas notícias sobre os Movimentos de Luta Pedevistas. Algumas delas vão de encontro aos anseios pedevistas, outras, ou seja, a maioria demonstrando ser favorável à reparação de uma injustiça causada pelo Programa de Demissão Voluntária – PDV, dos anos 90. Tudo isso é válido e compreensível, pois demonstra que a luta pedevista, a nível nacional, está crescendo e tomando proporções positivas, trazendo mais esperanças a milhares de famílias de ex-servidores públicos federais que até hoje se encontram marginalizadas e na pobreza total, devido à falta de recursos financeira para o custeio do mínimo necessário à sobrevivência humana, que é a alimentação.

As esperanças daqueles que aderiram ao PDV, por isso são chamadas de Pdvistas ou Pedevistas, é a reintegração aos seus antigos postos de trabalho, que foram perdidos após anos de serviços prestados, levados pelas promessas enganosas e fictícias de uma melhoria de vida fora do serviço público.

Observamos que somente as pessoas que hoje vivem protegidas, entre aspas, pela felicidade de um bom emprego, com vida social estável, digna de classe média à classe alta, são insensíveis aos anseios pedevistas, não perdoando aqueles que mesmo recebendo conselhos de colegas de trabalho, teimaram em entrar nesta roubada.

Todo ser humano, por mais irracional que seja, deve lembrar do provérbio popular “Errar é humano e permanecer no erro é uma tolice”. Foi o que aconteceu com todos os Pedevistas, que após descobrir o erro entraram numa luta de sobrevivência para reparar este erro, principalmente por terem certeza e convicção que foram induzidos por promessas ilusórias e enganosas, por parte de um Governo que pretendia instituir o “Estado Mínimo”, ou seja, passar para a iniciativa privada a maioria das suas ações ditas sociais, como saúde, educação e segurança. Portanto para isso era necessário desestabilizar os órgãos públicos com a lacuna que os trabalhadores demissionários deixariam.

Nesta luta queremos destacar às primeiras ações dos “Pedevistas Estatutários”, ainda no ano 2000, quando iniciaram um movimento de luta objetivando a reintegração de todos com a anulação do PDV, através do MURP (RJ) – Movimento Unificado para Reintegração dos Pedevistas. Infelizmente o movimento pedevistas não continuou unificado, pois começaram a surgir novas lideranças em outros estados, haja vista que o PDV tinha atingido vários órgãos públicos, cada um com suas especificidades e regimes jurídicos diferentes.

Lamentamos que ainda exista resistência na unificação de todos os Movimentos Pedevistas para melhor direcionar e conduzir a negociação com o governo e a aprovação urgente dos Projetos de Lei 4293/2008 e 7546/2010, que tramita na Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados.

Está bem claro e notório que os pedevistas foram induzidos ao erro, portando estão clamando por justiça, por terem sido enganados e jogados na marginalidade, contribuindo para o alto índice de desempregados no nosso país.

 

*José Cláudio Cardoso de Oliveira

Pedevista da FUNASA

Coordenador de Comunicação do MOPEF-CE

 


Editorial

2010 – 07 – 19

Por: *Claudio Cardoso

ESCLARECIMENTOS PEDEVISTAS AO PRESIDENTE LULA

 

Os Pedevistas Federais do Brasil encontram-se tristes e decepcionados com a entrevista do Presidente Lula na rádio web da Câmara dos Deputados, onde afirmou que é contra a reintegração dos mesmos e ter classificado a aprovação do PL-4293/2008, como uma sandice.

        Acredita-se que o Presidente não esteja devidamente esclarecido sobre a real situação dos Pedevistas e de como eles foram envolvidos nesta trama diabólica de um Governo neoliberal nos anos 90.

É urgente e necessário que a verdade dos fatos seja reparada, sem as distorções estatísticas que vêm sendo apresentadas periodicamente, por diversos órgãos da imprensa.

        O Povo brasileiro deve recordar dos Projetos de Governo do Ex-Presidente Fernando Henrique, que pressionado pelo FMI, tentou implementar no Brasil, o sonhado “Estado Mínimo”, tentando privatizar os órgãos públicos essenciais na assistência ao povo carente. Como não queria perder a popularidade, exemplificada nas atitudes do Ex-presidente Color que demitiu sumariamente milhares de trabalhadores do serviço público, idealizaram um plano maquiavélico para esvaziar e sucatear essas entidades.

        Para que as privatizações tivessem sucesso, o governo só teria uma saída: usar e ludibriar a boa fé de milhares de profissionais qualificados e competentes, sem antes fazer um estudo do impacto social negativo que PDV – Programa de Demissão Voluntária traria como conseqüência.

        A exemplo dos órgãos públicos, que até hoje é um caos total, milhares de lares foram transformados num verdadeiro inferno, com os mais fracos tirando à própria vida; outros contraíram doenças graves em conseqüência do estresse; dezenas se entregaram às drogas e ao álcool, por não encontrar uma solução honrosa para crise.

        A maioria dos Pedevistas acreditava que o PDV poderia dar certo, entretanto o Governo não cumpriu as promessas oficializadas na época, o que teria evitado o grande sofrimento que até hoje eles vêm passando, por estarem desempregados e sofrendo verdadeiras privações sociais.

Dos 25 mil que aderiram ao PDV, à maioria já faleceu, outras já se aposentaram e dezenas deles tiveram mais sorte e estão vivendo muito bem, não aceitando voltar ao serviço público. Portanto, estima-se que não passa de 8 mil o número de pedevistas que estão ansiosos para retornarem ao seu antigo posto de trabalho, cuja média salarial não ultrapassa os R$ 2.000,00, diferente dos números astronômicos que vêm sendo divulgados pela imprensa: “55 mil Pedevistas e Salário médio de R$ 7.500,00”.

É necessário lembrar que o retorno dos Pedevistas, que está condicionado na devolução das indenizações recebidas, não é uma sandice e sim um caso de justiça social e trabalhista, haja vista, o Governo ter quebrado o contrato de trabalho, até hoje não cumprido em sua essência.

Os Pedevistas sentindo-se prejudicados esperam apenas que a justiça seja feita e que os Projetos de Lei 4293/2008 e 7546/2010, sejam realmente aprovados e que o Presidente Lula, honre a qualidade de homem público que mais implementou justiça social neste país, aceitando e homologando a reintegração de todos.

 

 “ARREPENDIDOS? NÃO!

                  ENGANADOS? SIM!

                                  QUEREMOS JUSTIÇA!

 

*José Claudio Cardoso de Oliveira

Pedevistas da FUNASA

Coordenador de Comunicação do MOPEF-CE




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